MÉTODO ECLÉTICO: A IMPORTÂNCIA DO USO DE MÉTODOS PARA A LEITURA E ESCRITA



RESUMO: Este trabalho resultou de um seminário apresentado durante a vivência da disciplina Ensino de Português no Ensino Infantil e Fundamental I, no Curso de Pedagogia da Universidade Federal da Paraíba, ocasião em que tivemos a oportunidade de discutir com os estudantes do 7º período sobre o Método Eclético usado com elemento fundamental na prática educativa. Nesses termos, delimitamos como nosso objetivo fazer uma análise quanto à importância do uso de métodos na leitura e na escrita, tendo como foco prioritário as discussões e utilização do Método Eclético nas salas de aulas. Utilizamos como estudos a pesquisa documental e leituras de textos provenientes da internet, para conhecimento da realidade em foco. O trabalho apresenta um breve resgate sobre a importância do ato de ler, na qual, destacamos alguns conceitos de leitura, como também alguns métodos utilizados nas práticas educativas dentro da sala de aula. Os resultados da pesquisa mostram que os métodos utilizados na sala de aula, nos possibilitam uma melhor prática educativa. Este trabalho nos trouxe uma experiência positiva com relação aos métodos educacionais, pois durante as pesquisas realizadas foi percebida a importância da utilização dos mesmos no ambiente escolar, pois proporcionam uma visão nítida da relação integradora entre a teoria e prática. Palavras-chave: Leitura. Escrita. Métodos.

INTRODUÇÃO

Este trabalho apresenta resultado de pesquisa sobre os Métodos Educacionais, na qual, foi iniciado a partir de uma vivência da disciplina Ensino de Português no Ensino Infantil e Fundamental I, no Curso de Pedagogia da Universidade Federal da Paraíba, ocasião em que tivemos a oportunidade de discutir com os acadêmicos sobre o Método Eclético, Sintético e Analítico usados como elementos fundamentais na prática educativa.

Nesses termos, delimitamos como nosso objetivo fazer uma análise quanto à importância do uso de métodos na leitura e na escrita, tendo como foco prioritário as discussões e utilização do Método Eclético nas salas de aulas. O método Eclético teve observações iniciadas na Itália, foi considerado a grande descoberta no campo metodológico, utiliza análise e síntese, ao contrário dos outros que são analítico ou sintético, o método é considerado global, porque parte de um todo, mas segue os passos do método sintético: som, sílabas, palavras, frases.

 Utilizamos como estudos a pesquisa documental e leituras de textos provenientes da internet, para conhecimento da realidade em foco. O trabalho apresenta um breve resgate sobre a importância do ato de ler, na qual, destacamos alguns conceitos de leitura, como também alguns métodos utilizados nas práticas educativas dentro da sala de aula. Os resultados da pesquisa mostram que os métodos utilizados na sala de aula, nos possibilitam uma melhor prática educativa. Este trabalho nos trouxe uma experiência positiva com relação aos métodos educacionais, pois durante as pesquisas realizadas foi percebida a importância da utilização dos mesmos no ambiente escolar, pois proporcionam uma visão nítida da relação integradora entre a teoria e prática. 

Podemos perceber que esse método enfatiza o que há de mais positivo no conjunto dos métodos e técnicas conhecidos e trabalhados, porque ao iniciar no processo de alfabetização propriamente dita, a criança vai utilizar palavras simples, de seu vocabulário, aplicando-as ao método global ou eclético, aumentando com isso os mecanismos da análise e da síntese e ampliando em curto espaço de tempo, além de acumular um maior rol de palavras, adequando melhor sua participação.

2. Conceito de leitura

Este capítulo apresenta alguns conceitos de leitura, escrita e também a importância da leitura no processo de aprendizagem, a partir da perspectiva de alguns autores que debatem o assunto.

A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta. "A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê". (CAROLINA, 2006)

Segundo o Dicionário Aurélio, leitura é "ato, arte ou hábito de ler. Aquilo que se lê. Operação de percorrer, em um meio físico, seqüências de marcas codificadas que representam informações registradas, e convertê-las à forma anterior (como imagens, sons dados para processamentos). O conceito de leitura está geralmente restrito à codificação da escrita, sua aprendizagem, no entanto, liga-se por tradição ao processo de formação global do individuo, à sua capacitação para o convício e atuações sociais, política, econômica e cultural.

Existem vários tipos de leitura, a saber: leitura sensorial, emocional e racional. A primeira caracteriza-se pela utilização da visão, tato, olfato, audição, e o gosto, assim, podem ser apontados como referenciais mais elementares do ato de ler. A mesma não se trata de uma leitura elaborada, é antes, uma resposta imediata as exigências e ofertas que esse mundo apresenta. A leitura sensorial começa, pois, muito cedo e nos acompanha por toda a vida. Não importa se mais ou menos minuciosa e simultânea a leitura emocional e racional.  

A segunda, lida com os sentimentos o que necessariamente implicaria falta de objetividade, subjetivismo. No terreno das emoções as coisas ficam ininteligíveis, escapam ao controle do leitor, que se vê envolvido por verdadeiras armadilhas trançadas no seu inconsciente.  

Com relação à última leitura, ela refere-se à intelectualidade, para muitos só agora estaríamos no âmbito do status letrado, próprio da verdadeira capacidade de produzir e apreciar a linguagem, em especial a artística. Enfim, leitura é coisas sérias, dizem os intelectuais. Relacioná-la com as nossas experiências sensoriais e emocionais diminui sua significação, revela ignorância. A leitura racional tende a ser unívoca, na qual, o leitor se debruça sobre o texto, pretende vê-lo isolado do contexto e sem envolvimento pessoal, orientando-se por certas normas preestabelecidas. Isto é, ele endossa o modo de ler preexistente, condicionado por uma ideologia.

 Em síntese, a leitura racional acrescenta à sensorial e a emocional o fato estabelecer uma ponte entre o leitor e o conhecimento, a reflexão, a reordenação do mundo objetivo, possibilitando-lhe no ato de ler atribuir significado ao texto e questionar tanto a própria individualidade como o universo das relações sociais. E ela não é importante por ser racional, mas por aquilo que o seu processo permite alargando os horizontes de expectativa do leitor e ampliando as possibilidades de leitura do texto e da própria realidade social.

 2.1      A importância da Leitura

         O processo que envolve uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na codificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. 

            A busca pela compreensão do ato de ler a partir do mundo particular permite repetir, recriar, reviver, a experiência vivida no momento em que ainda lia a palavra. A decifração da palavra flui naturalmente da leitura do mundo particular, não é algo dado superpostamente a ele. O ato de ler é usualmente relacionado com a escrita, e o leitor visto como codificador da letra.

2.2 Conceito de Escrita

Com origens na pré-história, a escrita e conseqüentemente a leitura passaram por uma longa evolução e fizeram com que a humanidade organizasse símbolos gráficos, que passaram a ser uma necessidade em quase todas as culturas. Historicamente, a invenção da escrita, foi um dos momentos mais importantes da história da humanidade data de cerca de 5.000 anos antes de Cristo.

Segundo o Dicionário Aurélio, escrita é "representação de palavras ou idéias por sinais, escritura. Grafia. Ato de escrever. Aquilo que se escreve. Escrituração mercantil. O que constitui uma rotina".

Ao longo do tempo, o conceito de alfabetização mudou, para responder às necessidades da sociedade, muitos métodos e processos de alfabetização foram criados, modificados e adaptados tentando aperfeiçoar ao máximo o processo de ensino da escrita e leitura.

 3. Métodos

A etimologia da palavra métodos é de origem grega (methodos) que designa o mesmo que caminho, o modo sistemático de aplicar o método constitui o processo. Pode-se classificar os métodos de alfabetização em dois grandes grupos: Sintéticos e Analíticos. O primeiro grupo vai da Antigüidade até os primórdios do século XIX, sua utilização é quase universal e o segundo à partir do século XVIII inicia-se um processo de oposição teórica ao método sintético pelos precursores do chamado método global, oposição esta que se efetiva realmente no início do século XX.

 Segundo o Dicionário Aurélio, método é "procedimento organizado que conduz a um certo resultado. Processo ou técnica de ensino. Modo de agir, de proceder. Regularidade e coerência na ação". Assim, podemos entender que método é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes.

3.1 Método Sintético

O método sintético é o mais antigo usado na Grécia e Roma Antiga tem mais de 2.000 anos. Parte do elemento para o todo, isto é, da letra, para a sílaba e da sílaba para a palavra, (Figura - 01), propõe partir dos elementos mais simples para chegar aos mais complexos.

                                                                                            Figura – 01. Demonstração do método sintético  

Deste método decorrem cinco processos: alfabético ou ABC, de Dionísio de Halicarnasso, século XV, que consiste na memorização dos nomes das letras do alfabeto, depois unia-se às mesmas para formar sílabas e palavras. Partia do abstrato sem haver relação com coisas concretas, foi o primeiro processo empregado universalmente na aprendizagem da leitura. Exemplo (Figura – 02):

           b (bê) + a = ba            c (cê) + a = ca

           b (bê) + i = bi             c (cê) + e = ce

b (bê) + o = bo           c (cê) + o = co

          Figura – 02. Exemplo do Método Sintético no processo de alfabetização.

Iconográfico, de Johnn Amós Comênius (1657), propõe o ensino de um alfabeto vivo, cujos elementos correspondessem de maneira onomatopaica. O processo consiste em usar uma letra acompanhada de uma figura de um animal cujo som emitido pelo mesmo assemelhasse ao som da respectiva letra. Exemplo, (Figura – 03): O som da letra M seria representado tendo ao lado a figura de um boi mugindo (MUUU!).


     Figura – 03. Demonstração do alfabeto vivo.

Letras Móveis de João Bernard Basedow (1774) são jogos de letras móveis de várias cores e dimensões que, às vezes, eram feitas de substâncias comestíveis. As crianças deveriam procurar as letras no meio de outras e desenhá-las e, em seguida, formavam sílabas e palavras que eram depois escritas. Como prêmio, aquelas que eram de massa podiam ser guardadas ou comidas. Como exemplo, veja (Figura – 04).

                                                                                    Figura – 04. Alfabeto Móvel.

Esse processo foi aperfeiçoado por Pestalozzi no ano de 1774, quando criou um orfanato para crianças pobres e adaptado por Maria Montessori em 1907 quando fundou em Roma a primeira "Casa das Crianças", para trabalhar com crianças excepcionais.

Fônico de Valentin Ickelsammer (século XVI), consiste no ensino da leitura partindo-se do som da letra, o criador, Ickelsammer, encontrou muita dificuldade na época da implantação, mas, aos poucos, foi conseguindo adeptos e logo foram criadas cartilhas cheias de explicações. O professor, antes de ensinar as consoantes, devia preparar os alunos ensinando-lhes as vogais, ao escolher as consoantes, o professor devia iniciar com as que tinham representações onomatopaicas. Fazia o ruído imitando a consoante e eles ouviam e repetiam som. Depois fazia a sua ligação com cada vogal, representando-as graficamente. Exemplo, (Figura – 05)

                            Figura – 05. Modelo de alfabetização no processo Fônico.

Silábico ou silabação de Samuel de Heinicke (século XVIII), nesse processo a aprendizagem parte da sílaba e não da letra, empregam-se as sílabas que depois se condicionam em palavras e frases ensinam-se as vogais que se juntam à gravura do nome. Exemplo, (Figura – 06).

                                                                      Figura – 06. Demonstração silábico ou silabação.

No processo silábico é utilizado um número elevado de monossílabos da língua para treino mecânico da leitura, que é a maior preocupação nesse processo. A escrita é secundária, pois é usada para fixação de vocabulários.

Podemos observar que o método sintético apresenta alguns aspectos positivos e negativos. Quanto ao primeiro, focaliza aspectos essenciais no processo de alfabetização, utilizando a relação ente grafemas (letras) e fonemas (sons), e identifica e descrimina os diferentes sons (consciência fonológica). Já o segundo, impõe à criança o conhecimento e reconhecimento de signos isolados ou agrupados em sílabas que carecem de sentido, incompreensíveis para sua aprendizagem. Usa as palavras e frases que não pertencem ao seu vocabulário. Ensinam a leitura de forma mecânica, sem compreensão.

3.2 Método Analítico

O Método Analítica surgiu em oposição ao método Sintético e concebe a leitura como um ato global, parte das unidades maiores para as menores, através da análise e decomposição. Consiste no ensino da leitura e escrita segundo a ordem de decomposição progressiva do material, a partir, portanto, de "todos" gráficos, isto é, sentenças ou palavras. Desse método decorrem os seguintes processos:

 Palavração ou de Palavras Normais foi criado pelos professores de Kramer e Vogel em 1843. Aprendizagem parte do todo, com palavras concretas e significativas, retiradas de uma história, conversa, desenhos, cantigas, dramatização, hora da novidade. Decroly aperfeiçoou o processo associando a palavra à gravura correspondente. Exemplo, da (Figura – 06, p, 08).

 Sentenciação, liderado por Randovilliers (1768), Nicolas Adam (1787) e Jacotot (1843). O ensino desse processo teve início na Europa e nos Estados Unidos, porém as idéias desses precursores não vingam no seu tempo, somente no início do século XX ficou definitivamente comprovada a eficiência da aprendizagem da leitura por meio da globalização, pois nesta época houve o incremento da Psicologia Experimental.

Esse processo parte do todo para as partes atendendo a Psicologia da criança, que é mais globalizadora: frase – palavra – sílaba – letra.

Amanda tem uma vida alegre. (frase)

Vida (palavra) à Vi – da (sílaba) à V (letra)

Figura – 07. Exemplo do processo de Sentenciação.

 Conto ou Historieta foi criado pela Educadora Margarida Mc Closkey (século XX), é uma decorrência natural do processo de Sentenciação. As sentenças são as partes de um todo maior, mais interessante e significativo. Apresentam-se, gradativamente, partes de uma história completa que a criança irá memorizar. O professor conta a história e faz com que os alunos a reproduzam. O professor lê o texto e as crianças repetem, posteriormente, faz-se o reconhecimento das frases dentro e fora de ordem. A seguir acontece a decomposição do texto em frases, depois em palavras, em sílabas e finalmente em letras ou sons.

3.3 Método Eclético

O método Eclético teve observações iniciadas na Itália, foi considerado a grande descoberta no campo metodológico, utiliza análise e síntese, ao contrário dos outros que são analítico ou sintético, o método é considerado global, porque parte de um todo, mas segue os passos do método sintético: som, sílabas, palavras, frases.

Esse método contempla o método Sintético e Analítico, no qual se conciliam todos os processos estabelecendo a liberdade de escolha do método de ensino de leitura e escrita. Por ser o método eclético a junção do método sintético e analítico e seguir os mesmos passos, continuam a apresentar vantagens e desvantagens. Segundo, Oliveira (1993), suas vantagens "é de fácil aplicação; oferece ao professor material previamente preparado; assegura o interesse da criança desde a primeira etapa; permite a recuperação dos atrasos e faltosos; promove a implantação do trabalho independente; evita a fixação do erro na escrita". Entendemos que esse método proporciona ao educando a visão do mundo como um todo, partindo do conhecimento do senso comum para o filosófico.

O que tange as desvantagens desse método, Inêz (2000) relata que, as

  "Histórias são desvinculadas do conhecimento real da criança, os textos não possuem estrutura lingüística, apresentam diálogo artificial; as atividades são baseadas em leitura e interpretação de textos, exploração de palavras e decomposição das famílias silábicas; a criança não tem oportunidade de produzir o seu próprio texto, partindo de suas experiências e vivências sociais".

Pode-se constatar que a concretização dos métodos tradicionais de alfabetização se encontram, mais ou menos, sistematizados nas cartilhas em uso, sendo, as cartilhas sintéticas, analíticas e mistas. As mesmas foram se multiplicando no tempo, solidificando e propagando o modelo de leitura idealizado pelas metodologias tradicionais. A cartilha preenche os requisitos necessários para ser um instrumento pedagógico dentro de uma prática pedagógica e concepção tradicionais. Os textos de cartilha prendem-se aos sons e às marcas gráficas, duvidando da inteligência da criança, de seus conhecimentos cotidianos.

                                                                        Figura – 08. Cartilha Tradicional

O recurso didático mais utilizado nas escolas, em termos de alfabetização, é a cartilha. Contudo, a grande maioria dos professores não conhece a sua influência em cada época da sua evolução histórica.

Esse método pode ser aplicado em todas as séries, onde passamos a ampliar a visão do mundo que elas vêem experienciando, permitindo-lhes a oportunidade de desenvolver suas potencialidades, facilitando o processo de aprendizagem, em detrimento dos outros métodos que mostram um aprendizado fragmentado.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir das informações aqui levantadas é importante desenvolver ações integradas na escola sobre a importância dos métodos educacionais e sua diversidade para que com isso venha melhorar a situação existente na educação, com o objetivo de atingir escola, família e comunidade.

            Este trabalho nos trouxe novos conhecimentos relacionados ao Método Eclético e os demais métodos, como sua importância social, não só para os educadores que utilizam- os, bem como a sociedade em geral, pois o mesmo nos orienta a sermos seres ecléticos. Por isso, e outros motivos, devemos utilizá-lo adequadamente levando em consideração o contexto social dos envolvidos no processo.     

 REFERÊNCIA

 CAROLINA, Maria. Importância do Ato de Ler. Disponível em: http://www.colegiosantamaria.com.br/santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2: acesso em 09 de Fevereiro de 2009.

FREIRE, Paulo. A importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 23ª ed. Cortez. São Paulo. 1989.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Mini dicionário de Língua Portuguesa. 4ª edição. Nova Fronteira. Rio de Janeiro. 2001.

INÊZ, Maria. Visão histórica do ensino-aprendizagem da lecto escrita. Fonte: extraída da Dissertação do Mestrado.  Salvador Cesca – IPLAC – Cuba/ UNESC – Criciúma, Junho de 2000.

OLIVEIRA, Maria Helena C. et al Didática da linguagem: como aprender, como ensinar. 12 ed. Saraiva. São Paulo.1980.

___________, Metodologia da Linguagem. Saraiva. São Paulo. 1993.

MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. (coleção primeiros passos). 19 ed. Brasiliense. São Paulo. 1994.


Autor: Edinete Lima