Humanização da Assistência Prestada as Crianças na Clínica Pediátrica no Hospital do Oeste Barreiras – BA



Denise da Silva Rego Pinto
Lúcia Araujo de Oliveira
Maria Ilma Alves Ramalho Honorato


1.0 TEMA

Humanização da Assistência Prestada as Crianças na Clínica Pediátrica no Hospital do Oeste Barreiras – BA.

2.0 JUSTIFICATIVA

O desenvolvimento da criança representa a interação da hereditariedade e do ambiente no cérebro em maturação. A hereditariedade determina o potencial da criança, enquanto o ambiente influencia a extensão na qual ela realiza aquele potencial. Para um desenvolvimento ideal, o ambiente tem de satisfazer as necessidades físicas e psicológicas da criança (LISSAUER & CLAYDEN, 2003).

No cotidiano de nossas atividades como estagiárias de Enfermagem na Clínica Pediátrica do Hospital do Oeste, pode-se observar uma resistência dos acompanhantes no que se refere às normas e rotinas da unidade, a partir dessa problemática procuramos meios de solucionar o problema através de ações voltadas para a educação em saúde por meio de distribuição de folhetos educativos e protocolo de admissão; além disso, detectamos a necessidade da instalação de cortinas nas enfermarias objetivando a privacidade do paciente na realização de procedimentos invasivos e ainda a decoração de toda a clínica com temas infantis visando um ambiente receptivo e alegre.

O sucesso da prestação da assistência ao paciente e família se faz com profissionais que estejam preparados globalmente, isto é, no sentido de conhecimentos, emoções e atuação com estrutura adequada, uma vez que esses fatores influenciam na assistência prestada. Neste contexto é de grande relevância a atuação ativa do enfermeiro no sentido de direcionar, orientar e acolher, visando melhorias da assistência prestada pela equipe de enfermagem.

3.0 OBJETIVOS

3.1 GERAL:

Orientar aos acompanhantes sobre as normas e rotinas a serem seguidas na unidade, proporcionando uma melhoria do atendimento na clínica pediátrica no Hospital do Oeste Barreiras - BA.

3.2 ESPECÍFICOS:

•Informar aos acompanhantes as normas e rotinas da unidade.
•Conscientizar a importância das normas e rotinas.
•Manter a organização da unidade.
•Minimizar os eventuais problemas que a não utilização dessas normas e rotinas acarretam.
•Reduzir a exposição do paciente durante a execução dos procedimentos realizados nas enfermarias.
•Manter o ambiente reservado para a realização dos procedimentos invasivos.
•Diminuir o medo e a ansiedade causados em outras crianças, devido aos procedimentos executados dentro das enfermarias.

4.0 REFERENCIAL TEÓRICO

A temática humanização do atendimento em saúde mostra-se relevante no contexto atual, uma vez que a constituição de um atendimento calcado em princípios como a integralidade da assistência, a eqüidade, a participação social do usuário, dentre outros, demanda a revisão das práticas cotidianas, com ênfase na criação de espaços de trabalho menos alienantes que valorizem a dignidade do trabalhador e do usuário. Nessa aproximação, se faz primordial, inicialmente, a análise do conhecimento já produzido acerca dessa temática (ARONE; CUNHA, 2007).

A humanização depende da capacidade de falar e de ouvir, pois as coisas do mundo só se tornam humanas quando passam pelo diálogo com os semelhantes, ou seja, viabilizar nas relações e interações humanas o diálogo, não apenas como uma técnica de comunicação verbal que possui um objetivo pré-determinado, mas sim como forma de conhecer o outro, compreendê-lo e atingir o estabelecimento de metas conjuntas que possam propiciar o bem-estar recíproco (OLIVEIRA; COLLET; VIEIRA, 2006).

A proposta da Política Nacional de Humanização (PNH) coincide com os próprios princípios do SUS, enfatizando a necessidade de assegurar atenção integral à população e estratégias de ampliar a condição de direitos e de cidadania das pessoas. Avançando na perspectiva da transdisciplinaridade, propõe uma atuação que leve à ampliação da garantia de direitos e o aprimoramento da vida em sociedade (SANTOS, 2007).

O propósito ou meta de humanizar, em todos os sentidos apontados, mais objetivamente no caso da saúde, implica aceitar e reconhecer que nessa área e nas suas práticas, em especial, subsistem sérios problemas e carências de muitas das condições exigidas pela definição da concepção, organização e implementação do cuidado da saúde da humanidade, tanto por parte dos organismos e práticas estatais, como da sociedade civil (OLIVEIRA; COLLET; VIEIRA, 2006).

Backes; Lunardi Filho; Lunardi (2006), consideram que a humanização do ambiente hospitalar e da assistência à saúde não se concretiza se estiver centrada unicamente em fatores motivacionais externos ou somente no usuário. O hospital humanizado é aquele que contempla, em sua estrutura física, tecnológica, humana e administrativa, a valoração e o respeito à dignidade da pessoa humana, seja ela paciente, familiar ou o próprio profissional que nele trabalha, garantindo condições para um atendimento de qualidade.

Se houvesse a possibilidade de resumir a missão de humanização num sentido amplo, além da melhora do tratamento intersubjetivo, dir-se-ia que se trata de incentivar, por todos os meios possíveis, a união e colaboração interdisciplinar de todos os envolvidos, dos gestores, dos técnicos e dos funcionários, assim como a organização para a participação ativa e militante dos usuários nos processos de prevenção, cura e reabilitação. Humanizar não é apenas amenizar a convivência hospitalar, senão, uma grande ocasião para organizar-se na luta contra a inumanidade, quaisquer que sejam as formas que a mesma adote (OLIVEIRA; COLLET; VIEIRA, 2006).

A falta de condições técnicas e materiais também podem induzir à desumanização na medida em que profissionais e usuários se relacionem de forma desrespeitosa, impessoal e agressiva, piorando uma situação que já é precária (OLIVEIRA; COLLET; VIEIRA, 2006).

A hospitalização é uma situação crítica e delicada na vida de qualquer ser humano, e tem contornos especiais quando se trata de um acontecimento na vida de uma criança, pois implica na mudança de rotina de toda a família (FAQUINELLO; HIGARASHI; MARCON, 2007).

A hospitalização realiza-se, normalmente, numa atmosfera de tensão e insegurança para a criança e seus acompanhantes, acarretando outras situações desagradáveis: novos horários, exames dolorosos, afastamento do ambiente familiar, abandono da atividade escolar, falta de estímulos sociais, dentre outras alterações no cotidiano das crianças e familiares. Essas modificações podem ocasionar agitação, gritos, choros, retrocesso, regressão, depressão, ausência no controle dos esfíncteres, entre outros (LIMA; JORGE; MOREIRA, 2006).

No Brasil, a visão humanística que muitos hospitais procuram enfatizar, na sua prática vem demonstrando que, não é só o corpo que deve ser visto, mas o ser integral, suas necessidades físicas, psíquicas e sociais (SILVA, 2008).

O serviço hospitalar se caracteriza por trabalho intensivo, onde exige dos funcionários alta produtividade em tempo limitado, porém em condições inadequadas; com problemas de ambiente, equipamentos entre outros fatores que interferem no processo. Tais condições culminam com a insatisfação, cansaço excessivo com conseqüente queda da produtividade, problemas de saúde e acidentes de trabalho. (NÓIA et al., 2000).

A humanização da assistência envolve o hospital, equipe de saúde e o próprio paciente. De todos os profissionais da saúde envolvidos na assistência, o enfermeiro é o que tem maior responsabilidade nesta humanização, uma vez que mantém sob sua responsabilidade um grande número de profissionais de enfermagem que deverão estar comprometidos com esta assistência e que, por outro lado, permanecem longos períodos com a criança hospitalizada. (GUARESCHI & MARTINS, 1997).

O enfermeiro é o profissional da equipe multidisciplinar que permanece mais tempo junto ao paciente, devendo desempenhar o papel de orientador quanto ao preparo psicossomático, assistindo ao ser humano e prestando o cuidado individualizado (CARVALHO & BIAMCHI, 2007).

Corrêa e Casate (2006), questionam-se sobre até que ponto a formação dos trabalhadores em saúde, especificamente em enfermagem, vem dando conta de propiciar o desenvolvimento de competências que favoreçam uma atuação que contemple o homem em sua integralidade, complexidade e singularidade, valorização essa fundamental para a constituição de um fazer humano em saúde.

Conforme Miranda (2006), estas relações interpessoais entre os profissionais, paciente e família, podem ser conflituosas em conseqüência do desgaste emocional.

O cuidar humanizado implica, por parte do cuidador, a compreensão e a valorização da pessoa humana enquanto sujeito histórico e social. Para isso, deve-se considerar acima de tudo que para desencadear um processo de humanização no ambiente hospitalar, não são necessários grandes investimentos ou adaptações no ambiente físico. É primordial que haja sensibilização com relação à problematização da realidade concreta, a partir da equipe multidisciplinar (FAQUINELLO & MARCON, 2007).

Portanto, para minimizar ou evitar os traumas da hospitalização, o ambiente hospitalar para as crianças não pode se limitar ao leito, devendo a unidade pediátrica fornecer condições que atendam às necessidades físicas, emocionais, culturais, sociais, educacionais e de desenvolvimento da criança. Daí, a necessidade de criar um ambiente recreativo, contendo livros, jogos e brinquedos seguros para estimular a auto-expressão da criança. Além disso, é necessário que os profissionais que assistem essas crianças estejam satisfeitos com suas condições de trabalho, fornecendo um atendimento humanizado às crianças e seus acompanhantes, reduzindo o período de hospitalização e os traumas decorrentes do mesmo (LIMA; JORGE; MOREIRA, 2006).

Quando a interação e a comunicação estabelecidas são consideradas como necessidade da equipe cuidadora, possibilitam a aproximação entre os envolvidos na relação, a qual é manifestada através do afeto e de palavras que se constituem em estímulos verbais. A comunicação é um dos principais meios para favorecer as interações entre a equipe, pacientes e familiares. Porém, essa interação não ocorre ao acaso; necessita ser conscientemente planejada pela equipe de enfermagem, a partir das observações realizadas, das necessidades evidenciadas e das interpretações dos significados atribuídos pelo paciente e seus familiares a sua nova situação de vida. (SILVEIRA et al , 2005).

Nesse sentido, humanizar a assistência em saúde implica dar lugar tanto à palavra do usuário quanto à palavra dos profissionais da saúde, de forma que possam fazer parte de uma rede de diálogo, que pense e promova as ações, campanhas, programas e políticas assistenciais a partir da dignidade ética da palavra, do respeito, do reconhecimento mútuo e da solidariedade (OLIVEIRA; COLLET; VIEIRA, 2006).

A equipe multiprofissional pode tornar os procedimentos invasivos menos traumáticos para a criança se forem criado um vínculo com a mesma, assim ela sentirá segurança ao lado de quem confia (GUARESCHI & MARTINS, 1997)

No período de internação da criança o apoio psicológico a família é de fundamental importância. A equipe multiprofissional deve ser coesa e estar psicologicamente preparada para prestar esta assistência, gerando um ambiente de trabalho agradável e facilitando o convívio e o restabelecimento da saúde (FAQUINELLO; MARCON, 2007).

A internação hospitalar, apesar de ter por como objetivo principal estabelecer o diagnóstico e a terapêutica, em muitos casos pode desencadear quadros de transtornos físicos, emocionais e sociais ao cliente, muitas vezes, ocasionados pelo afastamento e isolamento de sua vida cotidiana e também pela convivência com um ambiente desconhecido, deixando-o inseguro e ansioso (SQUASSANTE & ALVIM, 2009).

Quando a família permanece com a criança, as ações de enfermagem junto à ela são a observação, para identificar necessidades e detectar problemas, e a orientação aos pais para estimulá-los na participação mais efetiva nos cuidados ao filho hospitalizado (GUARESCHI & MARTINS, 1997).

Os pais exercem papel fundamental no contexto da hospitalização infantil, na medida em que representam a referência fundamental da criança, enquanto mediadores da relação terapêutica, fonte principal de segurança e de carinho, além de apoio imprescindível ao enfrentamento desta situação desafiadora que é a doença e o internamento (FAQUINELLO & MARCON, 2007).

Uma das formas de aceitar e participar da integração da família na assistência à criança hospitalizada é permitir que a mãe preste alguns cuidados previamente orientados a seu filho. Vale lembrar que não existe somente um modo de fazer as coisas: um cuidado executado pela mãe pode ser tão bom quanto o determinado pela própria rotina do hospital (GUARESCHI & MARTINS, 1997).

A valorização da presença materna e um processo educativo, informativo, de mão dupla, entre acompanhante e equipe, é condição essencial ao alcance de uma prática assistencial realmente humanizada e humanizadora (FAQUINELLO & MARCON, 2007).

Ainda segundo o mesmo autor, os pais de crianças hospitalizadas, ao agirem como seus representantes legais, podem oferecer importante contribuição na identificação de falhas cometidas pelo sistema hospitalar, e que, invariavelmente, acabam por ocasionar um atendimento menos eficaz e errôneo. Tais situações exigem em sua maioria, mudanças ou reformulações de conduta; nem sempre reconhecíveis pelos profissionais de saúde.

A promoção da saúde representa uma forma de objetivação dos direitos humanos fundamentais, visto que estes se manifestam na autodeterminação consciente e responsável da própria vida.Sob esta definição, encontra-se uma das mais importantes, fundamentais e, ao mesmo tempo, complexas ações humanas: a comunicação; e, sobretudo, ações educativas em saúde. (SHIRATORI, 2004).

O mesmo autor refere que educar em saúde significa dirigir o trabalho no sentido de atuar sobre o conhecimento das pessoas, para que elas desenvolvam um juízo crítico e capacidade de intervenção sobre suas vidas e sobre o ambiente com o qual interagem, de forma que elas tenham condições de apropriar-se de sua própria existência.

Neste sentido, o Comitê de Especialistas em Planejamento e Avaliação dos Serviços de Educação em Saúde, da Organização Mundial de Saúde - OMS pontua como objetivos para a educação em saúde, encorajar as pessoas a adotar padrões de vida sadios; usar de forma judiciosa e cuidadosa os serviços de saúde colocados a sua disposição; e tomar sua próprias decisões, tanto individual como coletivamente, visando melhorar suas condições de saúde e as condições do meio ambiente. (SHIRATORI, 2004).

Tendo como base esta afirmação, Shiratori (2004), acredita ser indispensável o conhecimento por parte dos profissionais de saúde, do contexto cultural de onde advêm os sujeitos com os quais se quer estabelecer um laço educativo, bem como do modo como vivenciam o processo saúde-doença, ou seja, o processo educativo deve ser sempre dialógico, através da troca de conhecimentos entre educador e educando, de modo que se torne impossível discernir, rigidamente, quem desempenha um e outro papel.

Muitos acompanhantes, além de fornecerem cuidados aos seus filhos, tentavam ajudar as crianças desacompanhadas. Neste contexto, sabe-se a importância da lavagem de mãos para a prevenção de infecção cruzada, sendo este item abordado pela equipe de enfermagem e assimilado pelos acompanhantes. (GUARESCHI & MARTINS, 1997).

Assim, educar em saúde de forma dialógica é respeitar os direitos humanos fundamentais e, conseqüentemente, contribuir para a proteção da dignidade das pessoas humanas envolvidas no processo. Além disso, recordamos a necessidade da compreensão dos direitos humanos fundamentais para o cuidado de enfermagem, respeitar a dignidade de seu semelhante significa, também, que lhe respeitem a própria (SHIRATORI, 2004).

5.0 METODOLOGIA

Esse projeto de intervenção tem como recursos metodológicos o uso de folhetos educativos abordando as normas e rotinas que devem ser respeitadas pelos acompanhantes das crianças internadas na clínica pediátrica, visto que os mesmos no ato da admissão assinarão um protocolo de normas e rotinas emitido em duas vias, uma via ficará anexada no prontuário e a outra ficará com o acompanhante. Outro recurso será a utilização de cortinas nas enfermarias, sendo as mesmas de material lavável facilitando assim a limpeza, decoração da clínica com temas infantis.

O projeto será desenvolvido na Clínica Pediátrica do Hospital do Oeste, no município de Barreiras-BA. O setor é constituído de uma área física comporta por nove enfermarias, cada uma com três leitos e um banheiro, o lactário com cinco leitos e um isolamento com um leito, totalizando então 34 leitos, o posto de Enfermagem, um banheiro para os funcionários, um banheiro masculino e outro feminino para os pais e acompanhantes.

A intervenção realizar-se-á no dia 07 de maio de 2009 onde serão distribuídos folhetos explicativos para o nosso público alvo (acompanhantes dos menores admitidos na clínica pediátrica) e também serão dadas orientações aos mesmos, em cada enfermaria da Unidade.

6.0 RECURSOS

6.1 Humanos

·Acadêmicas de Enfermagem;

·Supervisoras de Estágio;

·Enfermeiro Principal;

·Enfermeiros Assistenciais;

·Acompanhantes.

6.2 Materiais

Item

Quantidade

Subtotal

Papel Ofício

100

3,90

Emborrachado

02

2,00

Adesivo dupla face

01

2,50

Emborrachados com figurativas infantis

15

25,00

Cartucho

01

10,00

Coffee Breack

_

50,00

Cartão Telefônico

01

3,40

Credito de Celular

_

11,00

Combustível

10 l

19,00

Total: 126,80

7.0 RESULTADOS ESPERADOS

De fato, esperamos alcançar por meio deste projeto de intervenção as metas e objetivos propostos anteriormente, mediante as orientações dadas por nós acadêmicos de enfermagem, esperamos desta forma que os acompanhantes assim como os menores possam sensibilizar-se quanto às informações passadas, contribuindo para a organização da clínica pediátrica.

Que esse projeto possa chamar atenção não só dos acompanhantes, pais ou as próprias crianças internadas, mas também dos funcionários, pois fica claro que o não cumprimento dessas normas e rotinas proporciona um desgaste no ambiente de trabalho.

8.0 REFERÊNCIAS

ARONE, Evanisa Maria; CUNHA, Isabel Cristina Kowal Olm. Tecnologia e humanização: desafios gerenciados pelo enfermeiro em prol da integralidade da assistência. Brasília: 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo> Acesso em 15 Maio 2009.

BACKES, Dirce Stein; LUNARDI FILHO, Wilson D.; LUNARDI, Valéria Lerch. O processo de humanização do ambiente hospitalar centrado no trabalhador. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 40, n. 2, jun. 2006.Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.>. Acesso em: 14 maio 2009.

CARVALHO; R., BIAMCHI; E.R.F., Enfermagem em Centro Cirúrgico e Recuperação: Manole, São Paulo, 2007.

CASATE, Juliana Cristina;CORRÊA, Adriana Katia. Vivências de alunos de enfermagem em estágio hospitalar: subsídios para refletir sobre a humanização em saúde Florianópolis 2006. Disponível em: <http:/www.ee.usp.br/reeusp> Acesso em: 14 maio 2009.

FAQUINELLO, Paula; HIGARASHI, Ieda Harumi; MARCON, Sonia Silva. O atendimento humanizado em unidade pediátrica: percepção do acompanhante da criança hospitalizada. Florianópolis, 2007.Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.>. Acesso em 14 maio 2009.

GUARESCHI, Ana Paula Dias França; MARTINS Luciana Monteiro Mendes. Relacionamento multiprofissional x criança x acompanhante: desafio para a equipe. Revista da Escola de Enfermagem 1997; 31:423-436Disponível em: <http://www.ee.usp.br/reeusp/índex>eAcesso em: 14 maio 2009.

LIMA, Francisca Elisângela Teixeira; JORGE, Maria Salete Bessa; MOREIRA, Thereza Maria Magalhães. Humanização hospitalar: satisfação dos profissionais de um hospital pediátrico. Rev. bras. enferm.,Brasília,v. 59,n. 3, jun.2006 .Disponível em <http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em15 maio 2009. H

LISSAUER, tom; CLAYDEN, granham. Manual Ilustrado de Pediatria. 2ª edição. Rio de Janeiro. Editora Guanabara, 2003.

NÓIA, R.V. et al. Qualidade de vida no trabalho: ênfase hospitalar. Disponível em <http://educação/Mauro/trabalhos/hospital.>. Acesso em 14/05/2009.

OLIVEIRA, Beatriz Rosana Gonçalves de; COLLET, Neusa; VIERA, Cláudia Silveira. A humanização na assistência à saúde.  Ribeirão Preto, 2006.   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo> Acessos em 14  maio  2009. 

SILVEIRA, Rosemary Silva da et al . Uma tentativa de humanizar a relação da equipe de enfermagem com a família de pacientes internados na uti.Florianópolis, 2005 Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo> Acesso em14 maio 2009.

SANTOS-FILHO, Serafim Barbosa. Perspectivas da avaliação na Política Nacional de Humanização em Saúde: aspectos conceituais e metodológicos. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, 2007. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em15 maio 2009. 

SHIRATORI, Kaneji et al. Educação em saúde como estratégia para garantir a dignidade da pessoa humana. Brasília, 2004 Disponível em <http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em: 15 maio 2009.

SILVA V.E.F, MASSAROLLO M.C.K.B. A qualidade de vida e a saúde do trabalhador de enfermagem: Dimensões da vida. 1998. (HADDAD, 2000 e SILVA, MASSAROLLO, 1998).

SILVA, Jocilene Maria da Conceição; et al. pedagogia hospitalar: a educação no leito oferecida as crianças internadas no hospital infantil da zona leste de manaus. São Carlos, 3., 2008. Acesso em: 14 maio 2009.

SQUASSANTE, Nilcéia Dadalto; ALVIM, Neide Aparecida Titonelli. Relação equipe de enfermagem e acompanhantes de clientes hospitalizados: implicações para o cuidado. Rev. bras. enferm.,Brasília, 2009 .Disponível em <http://www.scielo.br/scielo>. Acesso em15 maio 2009.


Autor: Maria Ilma Aves Ramalho Honorato